Quem foram os Cavaleiros da Távola Redonda

Távola Redonda

Os Cavaleiros da Távola Redonda, segundo a lenda, foram os homens premiados com a mais alta ordem da Cavalaria, na corte do Rei Artur. Tudo indica realmente que essa história não passa de uma lenda. Não existe nenhum registro histórico desse personagem, que teria vivido entre o final do século V e o início do século VI, no País de Gales ou no norte da Grã-Bretanha. Há, no entanto, dois compêndios de relatos militares, pouco confiáveis e bem posteriores (datados dos séculos IX e X), sugerindo que Artur teria liderado o povo celta (habitantes originais da ilha, a essa altura da história convertidos ao Cristianismo) em duas batalhas vitoriosas contra os invasores saxões vindos do continente. Verdadeira ou falsa, essa história começou a popularizar-se na Europa do século XII com o livro História dos Reis da Bretanha, do inglês Geoffrey de Monmouth, que narrava várias aventuras protagonizadas por Artur e seus cavaleiros. A partir daí, o mito foi adotado e expandido por diversos dos chamados romances de cavalaria. Já a Távola Redonda teria sido inventada pelo escritor francês Chrétien de Troyes, no final do século XII. A Távola Redonda, ao redor da qual eles se reuniam, foi criada com este formato para que não tivesse cabeceira, representando a igualdade de todos os seus membros. Em diferentes histórias, varia o número de cavaleiros, indo de 12 a 150 ou mais. Dentre eles destaca-se o Rei Arthur Pendragón, Sir Lancelot del Lago, Sir Galahad, Sir Perceval do País de Gales, Sir Bors de Ganis, Sir Bedevere e o Rei Pellionore.

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